Entenda a genética da memória traumática

Temos falado muito aqui em memórias traumáticas. Mas, você sabe como se cria uma memória traumática e porque ela pode ser tão silenciosa, agindo sem ser percebida e impedindo nossa liberdade de ser quem somos?

Quem nos acompanha há algum tempo já sabe que a Microfisioterapia, uma das técnicas utilizadas aqui na Biointegral Saúde para tratar dores e doenças crônicas, age diretamente nas memórias traumáticas do corpo. Mas o que são exatamente essas memórias traumáticas? Preparamos, aqui, um passo a passo de como elas são geradas. Acompanhe:

  1. O corpo recebe um estímulo agressivo, que pode ser físico, emocional ou mesmo medicamentoso;
  2. Se esse estímulo estiver acima da capacidade do organismo, pode ser gerado um trauma;
  3. Além das memórias cerebrais, o trauma pode ser instalado, dependendo de sua natureza, em células de tecidos corporais;
  4. As células que carregam os traumas têm suas funções prejudicadas, como se tivessem sido machucadas;
  5. Os tecidos impregnados de memória acabam perdendo vitalidade ou ritmo, o que pode ser percebido pela aplicação da Microfisioterapia.

Esse caminho físico da construção de uma memória traumática foi estudado por Daniel Grosjean e Patrice Benini e foi a base para a criação de uma técnica que encontrasse o local onde as células e os tecidos prejudicados estão e avisasse o corpo de que ele já não precisa dessas informações. O resultado é a troca de tecidos com traumas por tecidos regenerados e é o próprio corpo que realiza essa transição, por meio da autocura.

E por que é tão difícil detectar essas memórias traumáticas?

Porque elas não estão exatamente no local onde a dor ou o desconforto é percebido. Isso significa que células de um local do corpo podem agir causando dor em outro local, por uma questão de estímulo. Por isso, a Microfisioterapia utiliza um mapa, que indica onde estão determinadas memórias. Pelo comportamento e pela resposta do tecido, é possível entender o tipo de trauma e há quanto tempo está li. Essas informações são importantes para que a própria pessoa possa investigar e entender exatamente o que aconteceu.

Temos casos de traumas intrauterinos que foram detectados pela Microfisioterapia. Essa “genética” da memória traumática, ou seja, entender como ela se forma e como estaciona em um determinado local do corpo humano, é fundamental para encontrar as causas e promover um tratamento ostensivo. Por isso falamos em saúde integrativa: a ideia é levar a um entendimento total de tudo que pode estar relacionado a uma determinada doença ou dor crônica. E encontrar os melhores tratamentos para chegar o mais perto possível da cura.

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