Fuja do preconceito contra os problemas emocionais

Cuidar da própria emoção é urgente e deveria ser vista como primeira necessidade. Ao invés disso, por puro preconceito, acabamos deixando nossas emoções de lado, gerando dores e doenças que poderiam ser evitadas.

Somos um dos campeões em número de casos de depressão e transtornos de ansiedade. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o mais alto índice da América Latina. Ainda assim, temos receio de tratamentos que nos ajudem a cuidar das emoções. Qual o motivo? O medo de “estar doente” faz com que deixemos a saúde emocional de lado, enquanto o melhor seria manter a saúde da mente e das emoções, da mesma forma que a saúde física, em dia!

Quantas vezes você já sentiu dores que surgiram do nada, sem explicação? E se a gente disser que elas podem estar diretamente conectadas às suas emoções? E quantas doenças você tratou, de todas as formas, e elas teimaram em permanecer ou retornar, sem que haja um motivo físico para isso? De novo, podem ser suas emoções pedindo socorro.

O receio de ser diagnosticado com uma doença emocional é tão grande, que preferimos sentir as dores, trata-las como sintomas apenas, ao invés de ir buscar o que efetivamente está causando aquele desconforto. Puro preconceito! A saúda da emoção, assim como a saúde do corpo, nos faz mais fortes e mais felizes, nos proporciona bem-estar e faz com que a gente se conheça. Há sempre muito mais ganhos do que perdas em buscar a saúde emocional.

A campanha Janeiro Branco

Durante o mês de janeiro, pela sexta vez consecutiva, está em andamento a campanha Janeiro Branco, que foi criada exatamente para orientar as pessoas sobre a necessidade de olhar para a mente, para as nossas emoções, e não fugir delas! Veja uma das formas como a campanha se posiciona:

“Uma campanha dedicada a mostrar às pessoas – e à sociedade – que os seres humanos são seres de conteúdos psicológicos e subjetivos, que suas vidas, necessariamente, são estruturadas em torno de questões mentais, sentimentais, emocionais, relacionais e comportamentais, sendo, portanto, imperioso e necessário, que a subjetividade humana possua lugar de destaque em nossa cultura e em nossos cotidianos, sob pena de sermos vítimas de nós mesmos e de quem despreza as próprias necessidades psicológicas e as necessidades psicológicas alheias.” (Campanha Janeiro Branco)

Nós somos mais do que nossas dores e doenças. Somos mais do que as limitações do nosso corpo. E precisamos estar dispostos a investigar os efeitos que os acontecimentos têm em nossas vidas. Tratar crenças limitantes, memórias traumáticas e nossas emoções, para ter uma vida mais plena e saudável, sob todos os aspectos.

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